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Saturday, September 19, 2009
Spoiled / Mimada
Sometimes in life we have the opportunity of looking ourselves in the mirror. That happened to me for 48 hours this past week. AT&T came to install something in my building and by mistake disconnected my Internet and my cable. And they took two days to fix it. I was left with no TV, no Internet and unable to leave home, because I had to wait for the technicians. My look at the mirror showed me that first, I’m very addicted to both services. And second, I’m extremely spoiled.
I have this problem with waiting - I’m not good at it. I suck big time. For some reason that’s not changing with age. I’m still very impatient and restless. Another thing that drives me absolutely mad is when energy goes out or any service that I depend on has a problem. Water, gas, Internet, cable, air-condicioned, etc. That’s when the spoiled part goes front stage. I feel miserable, anxious, sad. It’s like what’s missing is never coming back. Now, when I think about the problems that most people have in the world, being without energy for some hours or two days without TV is NOTHING. NOTHING!!!!
But I can’t help myself. It’s pathetic.
Algumas vezes na vida a gente tem a oportunidade de se olhar no espelho. Isso aconteceu comigo por 48 horas nessa semana que passou. A AT&T veio instalar alguma coisa no prédio e por engano desconectou minha internet e minha tv a cabo.
E eles levaram dois dias para consertar o erro. Eu fiquei sem tv, sem internet e sem poder sair de casa, porque tinha que esperar os técnicos. Minha olhada no espelho me mostrou que, primeiro, sou extremamente viciada em ambos serviços. E segundo, eu sou muito mimada.
Eu tenho esse problema com esperar - não sou muito boa nisso. Sou péssima. Por alguma razão isso não está mudando com a idade. Eu sou ainda muito impaciente e agitada. Outra coisa que me deixa completamente maluca é quando acaba a luz ou qualquer outro serviço do qual sou dependente tem um problema. Água, gás, internet, ar-condicionado, etc. É aí que a parte mimada aparece, iluminada...Eu me sinto miserável, ansiosa, triste mesmo. É como se o que está faltando nunca vai funcionar novamente. Agora, quando penso sobre os problemas que a maioria das pessoas no mundo enfrenta, ficar sem luz por algumas horas ou dois dias em tv é NADA. NADA!!!!! Mas não consigo evitar. É patético.
I have this problem with waiting - I’m not good at it. I suck big time. For some reason that’s not changing with age. I’m still very impatient and restless. Another thing that drives me absolutely mad is when energy goes out or any service that I depend on has a problem. Water, gas, Internet, cable, air-condicioned, etc. That’s when the spoiled part goes front stage. I feel miserable, anxious, sad. It’s like what’s missing is never coming back. Now, when I think about the problems that most people have in the world, being without energy for some hours or two days without TV is NOTHING. NOTHING!!!!
But I can’t help myself. It’s pathetic.
Algumas vezes na vida a gente tem a oportunidade de se olhar no espelho. Isso aconteceu comigo por 48 horas nessa semana que passou. A AT&T veio instalar alguma coisa no prédio e por engano desconectou minha internet e minha tv a cabo.
E eles levaram dois dias para consertar o erro. Eu fiquei sem tv, sem internet e sem poder sair de casa, porque tinha que esperar os técnicos. Minha olhada no espelho me mostrou que, primeiro, sou extremamente viciada em ambos serviços. E segundo, eu sou muito mimada.
Eu tenho esse problema com esperar - não sou muito boa nisso. Sou péssima. Por alguma razão isso não está mudando com a idade. Eu sou ainda muito impaciente e agitada. Outra coisa que me deixa completamente maluca é quando acaba a luz ou qualquer outro serviço do qual sou dependente tem um problema. Água, gás, internet, ar-condicionado, etc. É aí que a parte mimada aparece, iluminada...Eu me sinto miserável, ansiosa, triste mesmo. É como se o que está faltando nunca vai funcionar novamente. Agora, quando penso sobre os problemas que a maioria das pessoas no mundo enfrenta, ficar sem luz por algumas horas ou dois dias em tv é NADA. NADA!!!!! Mas não consigo evitar. É patético.
Friday, September 18, 2009
Wednesday, September 16, 2009
MACs
I bought my first Mac in 1995. My older son used a Mac already and that led us to escape the PCs. At that time the Internet was a shadow of what it is today; but my Amazon account is from 95 (and still going strong)! What I remember most about computers in 95 was Tetris. I got badly addicted to it. I would go to bed, close my eyes and see the little squares falling. I had to throw it away, because it was really a question of survival.
In 1998 I began working as a translator. For the next 5 years I spent literally thousands of hours in front of a computer. I had to migrate to PCs, because at that time documents from Macs were incompatible with PCs, and everybody and their aunts had PCs. So I bought a HP Pavillion. It was good and it lasted for 3 years. After that I bought a Dell desktop and a Sony Vaio notebook. They lasted until after I stopped translating. In 2005 I went back happily to Macs. I had a Mac Mini desktop in São Paulo and a MacBook for the US and for traveling. When the ceiling of my studio felt in São Paulo last year the desktop monitor was destroyed. I gave the Mac Mini away and now I only use the notebook - upgraded to a MacBook Pro.
I’m really attached to Apple products. Actually, my whole family is. I believe that between us we have at least 12 Macs. And lots of IPods. And IPhones. We all use IPhones. I have a very strong bond with my IPhone. I use it as a phone, to send messages, to write supermarket lists or any kind of list, to check the weather, as a calendar/agenda. I use GoogleMaps, subway maps, and a very smart application called Evernote (documents shared between the computer and the IPhone). Sometimes I use it as a camera. As a calculator, as a world clock, and of course, to consult the Internet when I’m not at home. It’s freaking amazing the amount of things we can do with such a small device. How can anyone not get attached to such a marvel? When you’re travelling means that you are never going to get lost again. And if you are late means you are able to call and re-shedule or just tell them you’ll be there in 5 minutes. It’s much less stressfull than to be sitting in the car, in traffic, getting nervous.
And to be able to carry thousands of songs in a device the size of a matchbox...It’s unbelievable. We get used to things so fast and we don’t stop to think and marvel at them.
When I woke up to the world it was the early 60‘s; the telephone in my house was a black and heavy object, made from bakelite, that failed to work many times and was connected to the wall by a thick black cable. To listen to music meant to have a turntable, inside an enourmous wooden console. And you had to have a collection of long plays that had to be treated very carefully because they broke easily.
The rest, if existed and was acessible, was available through books, maps, encyclopedias, etc.
It’s a kind of progress that was - at least for me -
Eu comprei meu primeiro Mac em 1995. Meu filho mais velho já usava um Mac e isso nos levou a escapar dos PCs. Naquela época a Internet era uma sombra do que é hoje; mas a minha conta na Amazon é de 1995 (e ainda funcionando bravamente)! O que eu mais lembro de computador nessa época é do Tetris. Eu fiquei muito viciada. Quando ia prá cama e fechava os olhos via aqueles quadradinhos caindo. Tive que jogar o jogo fora, era realmente uma questão de sobrevivência.
Em 1998 comecei a trabalhar como tradutora. Pelos próximos 5 anos passei literalmente milhares de horas na frente de um computador. Tive que migrar para PC, porque na época os documentos produzidos pelo Mac eram incompatíveis com os PCs e todo mundo tinha PCs. Então comprei um HP Pavillion. Era bom e durou 3 anos. Depois disso comprei um Dell e um notebook Sony Vaio. Eles duraram até depois de eu parar de traduzir, em 2003. Em 2005 voltei contente da vida para os Macs. Eu tinha um Mac Mini em São Paulo e um MacBook para os EUA e para viajar. Quando o teto do meu atelier caiu em São Paulo o monitor do Mac Mini foi totalmente destruído. Dei o Mac Mini e agora uso só o notebook - com upgrade para um MacBook Pro.
Eu sou muito apegada aos produtos da Apple. Na verdade toda minha família o é. Acho que entre nós temos mais de 12 Macs. E um monte de IPods. E IPhones. Todos nós usamos IPhones. Eu tenho uma ligação muito forte com o meu. Uso como telefone, para mandar torpedos, para escrever listas de supermercado e todo tipo de lista, prá ver a previsão do tempo, e como agenda. Uso o GoogleMaps, mapas de metrô e uma aplicação muito legal que se chama Evernote (documentos compartilhados entre o computador e o IPhone). Às vezes uso como câmera. Como calculadora, relógio com horários de vários lugares, e é claro, prá consultar a Internet quando não estou em casa. É totalmente incrível a quantidade de coisas que se pode fazer com uma coisinha tão pequena. Como não ficar apegada a uma maravilha dessas? Quando a gente viaja significa que nunca mais a gente vai se perder. E se a gente tá atrasada significa que dá prá ligar, remarcar ou avisar que vai chegar daqui a 5 minutos. É bem menos estressante do que sentar no carro, no trânsito, ficando nervosa.
E poder ter milhares de músicas (ou canções, como diz Caetano) em um aparelhinho do tamanho de uma caixa de fósforos...É inacreditável. A gente se acostuma muito rápido às coisas e não pára prá pensar e se maravilhar com elas.
Quando eu acordei pro mundo era o começo dos anos 60; o telefone da minha casa era um objeto preto e pesado, feito de bakelite, que não funcionava muitas vezes e era conectado à parede por um cabo preto grosso. Ouvir música significava ter uma vitrola, dentro de um imenso móvel de madeira. E ter uma coleção de longplays, que tinham que ser tratados com muito cuidado porque quebravam com faciidade.
As outras coisas, se existiam e tinham alguma acessibilidade, era através de livros, mapas, enciclopédias, etc.
My first MAC...
Meu primeiro MAC...

Turntable and long play
Vitrola e long play


The telephone whan I was born
O telefone quando nasci
In 1998 I began working as a translator. For the next 5 years I spent literally thousands of hours in front of a computer. I had to migrate to PCs, because at that time documents from Macs were incompatible with PCs, and everybody and their aunts had PCs. So I bought a HP Pavillion. It was good and it lasted for 3 years. After that I bought a Dell desktop and a Sony Vaio notebook. They lasted until after I stopped translating. In 2005 I went back happily to Macs. I had a Mac Mini desktop in São Paulo and a MacBook for the US and for traveling. When the ceiling of my studio felt in São Paulo last year the desktop monitor was destroyed. I gave the Mac Mini away and now I only use the notebook - upgraded to a MacBook Pro.
I’m really attached to Apple products. Actually, my whole family is. I believe that between us we have at least 12 Macs. And lots of IPods. And IPhones. We all use IPhones. I have a very strong bond with my IPhone. I use it as a phone, to send messages, to write supermarket lists or any kind of list, to check the weather, as a calendar/agenda. I use GoogleMaps, subway maps, and a very smart application called Evernote (documents shared between the computer and the IPhone). Sometimes I use it as a camera. As a calculator, as a world clock, and of course, to consult the Internet when I’m not at home. It’s freaking amazing the amount of things we can do with such a small device. How can anyone not get attached to such a marvel? When you’re travelling means that you are never going to get lost again. And if you are late means you are able to call and re-shedule or just tell them you’ll be there in 5 minutes. It’s much less stressfull than to be sitting in the car, in traffic, getting nervous.
And to be able to carry thousands of songs in a device the size of a matchbox...It’s unbelievable. We get used to things so fast and we don’t stop to think and marvel at them.
When I woke up to the world it was the early 60‘s; the telephone in my house was a black and heavy object, made from bakelite, that failed to work many times and was connected to the wall by a thick black cable. To listen to music meant to have a turntable, inside an enourmous wooden console. And you had to have a collection of long plays that had to be treated very carefully because they broke easily.
The rest, if existed and was acessible, was available through books, maps, encyclopedias, etc.
It’s a kind of progress that was - at least for me -
Eu comprei meu primeiro Mac em 1995. Meu filho mais velho já usava um Mac e isso nos levou a escapar dos PCs. Naquela época a Internet era uma sombra do que é hoje; mas a minha conta na Amazon é de 1995 (e ainda funcionando bravamente)! O que eu mais lembro de computador nessa época é do Tetris. Eu fiquei muito viciada. Quando ia prá cama e fechava os olhos via aqueles quadradinhos caindo. Tive que jogar o jogo fora, era realmente uma questão de sobrevivência.
Em 1998 comecei a trabalhar como tradutora. Pelos próximos 5 anos passei literalmente milhares de horas na frente de um computador. Tive que migrar para PC, porque na época os documentos produzidos pelo Mac eram incompatíveis com os PCs e todo mundo tinha PCs. Então comprei um HP Pavillion. Era bom e durou 3 anos. Depois disso comprei um Dell e um notebook Sony Vaio. Eles duraram até depois de eu parar de traduzir, em 2003. Em 2005 voltei contente da vida para os Macs. Eu tinha um Mac Mini em São Paulo e um MacBook para os EUA e para viajar. Quando o teto do meu atelier caiu em São Paulo o monitor do Mac Mini foi totalmente destruído. Dei o Mac Mini e agora uso só o notebook - com upgrade para um MacBook Pro.
Eu sou muito apegada aos produtos da Apple. Na verdade toda minha família o é. Acho que entre nós temos mais de 12 Macs. E um monte de IPods. E IPhones. Todos nós usamos IPhones. Eu tenho uma ligação muito forte com o meu. Uso como telefone, para mandar torpedos, para escrever listas de supermercado e todo tipo de lista, prá ver a previsão do tempo, e como agenda. Uso o GoogleMaps, mapas de metrô e uma aplicação muito legal que se chama Evernote (documentos compartilhados entre o computador e o IPhone). Às vezes uso como câmera. Como calculadora, relógio com horários de vários lugares, e é claro, prá consultar a Internet quando não estou em casa. É totalmente incrível a quantidade de coisas que se pode fazer com uma coisinha tão pequena. Como não ficar apegada a uma maravilha dessas? Quando a gente viaja significa que nunca mais a gente vai se perder. E se a gente tá atrasada significa que dá prá ligar, remarcar ou avisar que vai chegar daqui a 5 minutos. É bem menos estressante do que sentar no carro, no trânsito, ficando nervosa.
E poder ter milhares de músicas (ou canções, como diz Caetano) em um aparelhinho do tamanho de uma caixa de fósforos...É inacreditável. A gente se acostuma muito rápido às coisas e não pára prá pensar e se maravilhar com elas.
Quando eu acordei pro mundo era o começo dos anos 60; o telefone da minha casa era um objeto preto e pesado, feito de bakelite, que não funcionava muitas vezes e era conectado à parede por um cabo preto grosso. Ouvir música significava ter uma vitrola, dentro de um imenso móvel de madeira. E ter uma coleção de longplays, que tinham que ser tratados com muito cuidado porque quebravam com faciidade.
As outras coisas, se existiam e tinham alguma acessibilidade, era através de livros, mapas, enciclopédias, etc.
My first MAC...
Meu primeiro MAC...

Turntable and long play
Vitrola e long play


The telephone whan I was born
O telefone quando nasci
Tuesday, September 15, 2009
Virgina Woolf
I love her.
Eu adoro ela.


“The eyes of others our prisons; their thoughts our cages.”
“To look life in the face, always, to look life in the face, and to know it for what it is...at last, to love it for what it is, and then to put it away.”
"She had the perpetual sense, as she watched the taxi cabs, of being out, out, far out to sea and alone; she always had the feeling that it was very, very, dangerous to live even one day."
"There was a star riding through clouds one night, & I said to the star, 'Consume me'."
Eu adoro ela.


“The eyes of others our prisons; their thoughts our cages.”
“To look life in the face, always, to look life in the face, and to know it for what it is...at last, to love it for what it is, and then to put it away.”
"She had the perpetual sense, as she watched the taxi cabs, of being out, out, far out to sea and alone; she always had the feeling that it was very, very, dangerous to live even one day."
"There was a star riding through clouds one night, & I said to the star, 'Consume me'."
Alphabet Book / Livro de Alfabetos



"The British Library has acquired the Macclesfield Alphabet Book, a 'pattern book' thought to have been used by scribes in medieval Britain to produce luxury books. The 15th century tome was purchased for £600,000".
"A Biblioteca Britânica comprou o Livro de Alfabetos Macclesfield, um livro de modelos que imagina-se tenha sido usado por escribas na Inglaterra medieval para produzir livros de luxo. O livro, do século 15, foi comprado por £600.000".
(The Guardian)
Monday, September 14, 2009
War / Guerra
These are photographs of cities in Normandy, on D-Day. Then and now.
Essas são fotos de cidades na Normandia, no Dia D. Naquele dia e agora.




(link: http://www.6juin1944.com/album/thennow/index.php)
Essas são fotos de cidades na Normandia, no Dia D. Naquele dia e agora.




(link: http://www.6juin1944.com/album/thennow/index.php)
Ignorance / Ignorância
A 12-year-old Yemeni child-bride died after struggling for three days in labor to give birth, a local human rights organization said Saturday.
Fawziya Abdullah Youssef died of severe bleeding on Friday while giving birth to a stillborn in the al-Zahra district hospital of Hodeida province, 140 miles (223 kilometers) west of the capital San'a. Child marriages are widespread in Yemen, the Arab world's poorest country, where tribal customs dominate society. More than a quarter of the country's females marry before age 15, according to a recent report by the Social Affairs Ministry.
Youssef was only 11 when her father married her to a 24-year-old man who works as a farmer in Saudi Arabia, said Ahmed al-Quraishi, chairman of Siyaj human rights organization, which promotes the rights of children in Yemen.
(Huffington Post)
A iemenita Fawziya Abdala Youssef, de 12 anos, morreu de complicações pós-parto, informou neste domingo o jornal "Al Thawra". Youssef foi obrigada pela família a casar. A Siag, organização de defesa dos direitos humanos que se dedica a proteger crianças, denunciou que Youssef morreu na sexta-feira (11), dias após dar à luz uma criança que também faleceu. Youssef foi hospitalizada na cidade de Hiya, na Província de Al Hadida (norte), mas os médicos não conseguiram salvar a vida dela nem a do recém-nascido. Segundo o site do jornal "Al Thawra", Youssef foi tirada da escola quando tinha 11 anos para se casar, já que a família é pobre e o pai dela está doente. Segundo a Siag, esses casos são muito comuns e causam a morte de muitas adolescentes, embora não exista um registro oficial para óbitos deste tipo. A organização também criticou a ausência de leis que proíbam as autoridades locais a permitir o casamento de crianças.
(A Folha de São Paulo)
Fawziya Abdullah Youssef died of severe bleeding on Friday while giving birth to a stillborn in the al-Zahra district hospital of Hodeida province, 140 miles (223 kilometers) west of the capital San'a. Child marriages are widespread in Yemen, the Arab world's poorest country, where tribal customs dominate society. More than a quarter of the country's females marry before age 15, according to a recent report by the Social Affairs Ministry.
Youssef was only 11 when her father married her to a 24-year-old man who works as a farmer in Saudi Arabia, said Ahmed al-Quraishi, chairman of Siyaj human rights organization, which promotes the rights of children in Yemen.
(Huffington Post)
A iemenita Fawziya Abdala Youssef, de 12 anos, morreu de complicações pós-parto, informou neste domingo o jornal "Al Thawra". Youssef foi obrigada pela família a casar. A Siag, organização de defesa dos direitos humanos que se dedica a proteger crianças, denunciou que Youssef morreu na sexta-feira (11), dias após dar à luz uma criança que também faleceu. Youssef foi hospitalizada na cidade de Hiya, na Província de Al Hadida (norte), mas os médicos não conseguiram salvar a vida dela nem a do recém-nascido. Segundo o site do jornal "Al Thawra", Youssef foi tirada da escola quando tinha 11 anos para se casar, já que a família é pobre e o pai dela está doente. Segundo a Siag, esses casos são muito comuns e causam a morte de muitas adolescentes, embora não exista um registro oficial para óbitos deste tipo. A organização também criticou a ausência de leis que proíbam as autoridades locais a permitir o casamento de crianças.
(A Folha de São Paulo)
Sunday, September 13, 2009
The Beatles

I grew up listening to The Beatles. I was a typical child of the 60’s. My favorite Beatles albums, the ones that I listened over and over and over, were Abbey Road, Let It Be and the White Album. I remember very vividly when I heard the news that they had broken up in 1970.
I loved music as a kid (well, I still do!). There are two kinds of people regarding music: the ones who listen to the same things all their lives - they are still hanging on to Pink Floyd or the Rolling Stones - and the ones who look for new sounds. I’m with the second group; and for me it doesn’t matter if the new sound was made in the 40’s. I discovered that I like Sinatra not so many years ago. I navigate I-Tunes looking for songs that I may enjoy. Sometimes I listen to someone on the radio or in a store, or on TV and I go looking for them. I know what I like. I’m not very fancy or highbrow regarding music. Pedro says I have the taste of a middle age gay man. That’s fine with me.
Now they released the whole remastered Beatles catalogue. I’m here wondering if I’m going to buy it. It’s quite expensive and I don’t see myself listening to it. When I listen to a Beatles song that I like (Winding Road, Blackbird, etc.) on the radio, in a ovie, etc. I really enjoy it. But first, it’s been a while since I bought a CD - I buy MP3s now. I don’t have any CDs here in Miami. Why they don’t make a deal with I-Tunes and let people buy only the songs that they want? It’s the smart thing to do. Secondly, I don’t like to live in the past, so I guess I’m not going to begin listening to The Beatles...again. Music that I listened to a lot in the past has a weird taste in my mouth. Does this make sense? And feels a little flat, because I’m not the same person. The emotions are different, the circumstances totally distinct, the world is another world.
So I guess it’s bye bye Beatles, it was nice while it lasted...


Eu cresci ouvindo os Beatles. Fui uma criança típica dos anos 60. Meus discos preferidos dos Beatles, aqueles que eu ouvia sem parar, eram Abbey Road, Let It Be e o White Album. Me lembro muito bem em 1970 quando ouvi a notícia de que eles tinham se separado.
Eu adorava música quando criança (bom, ainda adoro!). Existem dois tipos de pessoas em relação à música: aquelas que escutam as mesmas coisas a vida toda - ainda ouvem Pink Floyd ou os Rolling Stones - e aquelas que procuram novos sons. Eu faço parte do segundo grupo; e prá mim não importa se o som novo foi feito nos anos 40. Eu descobri Sinatra não faz muitos anos. Eu navego pelo I-Tunes procurando músicas que possa gostar. Às vezes escuto alguém no rádio ou em uma loja ou na tv, e procuro por eles. Eu sei do que gosto. Não sou muito chique ou refinada em relação à música. O Pedro diz que tenho o gosto de uma homem gay de meia idade. Tá ótimo prá mim.
Agora lançaram o catálogo inteiro dos Beatles remasterizado. E eu tô aqui pensando se compro ou não. É bem caro e não me vejo ouvindo essas músicas. Quando escuto uma música dos Beatles que gosto (Winding Road, Blackbird, etc.) no rádio, em um filme, etc. eu realmente fico feliz. Mas primeiro, faz um tempo que eu não compro mais CDs - eu compro MP3s agora. Não tenho nenhum CD aqui em Miami. Porque eles não fazem um acordo com o I-Tunes e deixam as pessoas comprarem só as músicas das quais gostam? Seria a coisa esperta a ser feita. Segundo, não gosto de viver no passado, então acredito que não vou começar a escutar os Beatles...de novo. Músicas que eu ouvia muito no passado tem um gôsto estranho na minha boca. Isso faz sentido? E elas parecem meio vazias, porque não sou mais a mesma pessoa. As emoções são diferentes, as circunstâncias totalmente diversas, o mundo é outro mundo.
Então acho que é bye bye pros Beatles, foi bom enquanto durou...
Saturday, September 12, 2009
Tracy Raver
Friday, September 11, 2009
Carla Bruni



Everyone knows, since very young, that life is not fair. I can't honestly complain about my life. Obviously I had my share of problems and bad things that happened, and I'll probably have more in the future - but overall my life has been nice. I'm more fortunate than 99% of the world population.
But then, there's Carla Bruni.
Talk about life being unfair.
She's gorgeous, smart, rich and talented. What the hell.
I watched the new documentary about her, "Somebody told me about...Carla Bruni".
The houses (extreme good taste), the songs (excellent for French music, and that's saying a lot), the complicated family life just to make her interesting enough. Polite, cultivated, well read, agreeable.
Can you imagine how different is the life perception of a person like this? I can't. I guess there are not many closed doors for her.
Todo mundo sabe, desde cedo, que a vida não é justa. Eu não posso honestamente reclamar da minha vida. Claro que tive minha porção de problemas e coisas ruins que aconteceram, e provavelmente terei mais no futuro - mas no geral minha vida tem sido boa. Tenho mais sorte que 99% da população mundial.
Mas aí, tem a Carla Bruni.
A vida não é justa mesmo.
Ela é linda, inteligente, rica e talentosa. Que diabo.
Vi o documentário sobre ela, “Somebody told me about...Carla Bruni".
As casas (super bom gôsto), as músicas (excelentes prá música francesa, e isso é dizer muito), a vida familiar complicada só prá fazer ela mais interessante. Educada, culta, agradável.
Dá prá imaginar como é diferente a percepção da vida de uma pessoa assim? Eu não consigo. Imagino que não devem haver muitas portas fechadas prá ela.
Eu gosto dela. Ela diz que sabe que é muito sortuda e que o melhor que ela pode fazer é ser uma pessoa boa o suficiente prá vida que tem.
Carla Bruni. O George Clooney feminino - é difícil achar um defeito.
Wednesday, September 9, 2009
The Short History of Nearly Everything, by Bill Bryson

I loved it. It's an incredible book, made me learn a lot. Specially that we don't know much about anything. I strongly recommend it. Read it, people!
Adorei. É um livro incrível, me fez aprender um montão. Especialmente que a gente não sabe quase nada sobre qualquer coisa. Eu recomendo esse livro enfaticamente. Leiam mesmo! Ainda não foi traduzido, não sei se será, mas deveria ser.
Stitches, by David Small
Tuesday, September 8, 2009
Monday, September 7, 2009
Saving Grace


Saving Grace is a most excellent TV series. Good writing, interesting characters, brilliant acting.
Holly Hunter is a Oklahoma City detective who has a guardian angel trying to save her soul from a life full of sin: she drinks (a lot), smokes and sleeps around. The angel is nothing like a traditional angel, and the series doesn't proselytize any kind of organized religion. Religion is not even mentioned very often.
Saving Grace é uma série de tv excelente. Bom texto, personagens interessantes, atuações brilhantes. A Holly Hunter é uma detetive policial de Oklahoma City que tem um anjo da guarda que tenta salvar a sua alma de uma vida repleta de pecados: ela bebe (muito), fuma e dorme com um monte de caras. O anjo não é nada parecido com um anjo tradicional e a série não proselitiza nenhum tipo de religião organizada. Nem se menciona muito religião.
Saturday, September 5, 2009
Life / A Vida
If you imagine the 4.5 billion odd years of Earth’s history compressed into a normal earthly day, then life begins very early, about 4 A.M., with the rise of the first simple, single-celled organisms, but then advances no further for the next sixteen hours. Not until almost 8:30 in the evening, with the day five-sixths over, has Earth anything to show the universe but a restless skin of microbes. Then, finally, the first sea plants appear, followed twenty minutes later by the first jellyfish and the enigmatic Ediacaran fauna first seen by Reginald Sprigg in Australia. At 9:04 P.M. trilobites swim onto the scene, followed more or less immediately by the shapely creatures of the Burgess Shale. Just before 10 P.m. plants begin to pop up on the land. Soon after, with less than two hours left in the day, the first land creatures follow.
Thanks to ten minutes or so of balmy weather, by 10:24 the Earth is covered in the great carboniferous forests whose residues give us all our coal, and the first winged insects are evident. Dinosaurs plod onto the scene just before 11 P.M. and hold sway for about three-quarters of an hour. At twenty-one minutes to midnight they vanish and the age of mammals begins. Humans emerge one minute and seventeen seconds before midnight. The whole of our recorded history, on this scale, would be no more than a few seconds, a single human lifetime barely an instant. Throughout this greatly speeded-up day continents slide about and bang together at a dip that seems positively reckless. Mountains rise and melt away, ocean basins come and go, ice sheets advance and withdraw. And throughout the whole, about three times every minute, somewhere on the planet there is a flashbulb pop of light marking the impact of a Manson-sized meteor or one even larger. It’s a wonder that anything at all can survive in such a pummeled and unsettled environment. In fact, not many things do for long.
Perhaps an even more effective way of grasping our extreme recentness as a part of this 4.5-billion-year-old picture is to stretch your arms to their fullest extent and imagine that width as the entire history of the Earth. On this scale, according to John McPhee in Basin and Range, the distance from the fingertips of one hand to the wrist of the other is Precambrian. All of complex life is in one hand, “and in a single stroke with a medium-grained nail file you could eradicate human history.”
Se você imaginar os 4.5 bilhões de anos de história da Terra comprimidos em um dia normal, a vida começaria bem cedo, por volta das 4 da manhã, com o aparecimento dos primeiros organismos simples, de célula única, e ela aí não progrediria mais pelas próximas 16 horas. Apenas quase às 8:30 da noite, passados cinco sextos do dia, é que a Terra teria alguma coisa prá mostrar pro Universo além de uma pele de micróbios que não pára. Aí, finalmente, apareceria a primeira planta marítima, seguida 20 minutos depois pela primeira água-viva e pela fauna ediacarana enigmática, vista pela primeira vez por Reginald Sprigg na Austrália. Às 9:04 da noite os trilobitas entrariam nadando em cena, seguidos mais ou menos imediatamente pelas criaturas com formas encontradas em Burgess Shale. Um pouco antes das 10 da noite as plantas começariam a aparecer em terra. Logo depois, menos de duas horas antes do dia terminar, apareceriam as primeiras criaturas de terra.
Graças a mais ou menos 10 minutos de temperatura amena, lá pelas 10:24 da noite a Terra estaria coberta por florestas carboníferas imensas, cujos resíduos nos dão o carvão, e os primeiros insetos alados seriam evidentes. Os dinossauros invadiriam a cena um pouquinho antes das 11, e ficariam por ali por volta de ¾ de uma hora. Quando faltassem 21 minutos prá meia-noite eles desapareceriam e a era dos mamíferos começaria. Os humanos apareceriam 1 minuto e 17 segundos antes da meia-noite. A totalidade da nossa história registrada, nessa escala, não duraria mais do que alguns segundos, uma única vida humana mal e mal um instante. Durante esse dia altamente acelerado os continentes deslizariam e se chocariam de uma maneira que parece ser absolutamente descuidada. Montanhas surgeriam e desapareceriam, bacias oceânicas vem e vão, camadas de gêlo avançariam e recuariam. E durante tudo isso, mais ou menos 3 vezes a cada minuto, em algum lugar do planeta haveria um flash de luz marcando o impacto de um meteoro do tamanho do meteoro Manson ou até maior. É espantoso que qualquer coisa possa sobreviver em um ambiente tão agredido e agitado. Na verdade, não são muitas as coisas que sobrevivem por muito tempo.
Talvez uma maneira ainda mais eficaz de entendermos quão recente nós somos como parte dessa história de 4.5 bilhões de anos é estendermos nossos braços e imaginar essa extensão como a história inteira da Terra. Nessa escala, segundo John McPhee em “Basin and Range”, a distância das pontas dos dedos de uma mão até o pulso da outra da outra é a época pré-cambriana. Toda a vida complexa se localiza em uma mão, “e com uma simples passada com uma lixa de unhas média você pode erradicar a história da humanidade”.
(A Short History of Nearly Everything, Bill Bryson)
Thanks to ten minutes or so of balmy weather, by 10:24 the Earth is covered in the great carboniferous forests whose residues give us all our coal, and the first winged insects are evident. Dinosaurs plod onto the scene just before 11 P.M. and hold sway for about three-quarters of an hour. At twenty-one minutes to midnight they vanish and the age of mammals begins. Humans emerge one minute and seventeen seconds before midnight. The whole of our recorded history, on this scale, would be no more than a few seconds, a single human lifetime barely an instant. Throughout this greatly speeded-up day continents slide about and bang together at a dip that seems positively reckless. Mountains rise and melt away, ocean basins come and go, ice sheets advance and withdraw. And throughout the whole, about three times every minute, somewhere on the planet there is a flashbulb pop of light marking the impact of a Manson-sized meteor or one even larger. It’s a wonder that anything at all can survive in such a pummeled and unsettled environment. In fact, not many things do for long.
Perhaps an even more effective way of grasping our extreme recentness as a part of this 4.5-billion-year-old picture is to stretch your arms to their fullest extent and imagine that width as the entire history of the Earth. On this scale, according to John McPhee in Basin and Range, the distance from the fingertips of one hand to the wrist of the other is Precambrian. All of complex life is in one hand, “and in a single stroke with a medium-grained nail file you could eradicate human history.”
Se você imaginar os 4.5 bilhões de anos de história da Terra comprimidos em um dia normal, a vida começaria bem cedo, por volta das 4 da manhã, com o aparecimento dos primeiros organismos simples, de célula única, e ela aí não progrediria mais pelas próximas 16 horas. Apenas quase às 8:30 da noite, passados cinco sextos do dia, é que a Terra teria alguma coisa prá mostrar pro Universo além de uma pele de micróbios que não pára. Aí, finalmente, apareceria a primeira planta marítima, seguida 20 minutos depois pela primeira água-viva e pela fauna ediacarana enigmática, vista pela primeira vez por Reginald Sprigg na Austrália. Às 9:04 da noite os trilobitas entrariam nadando em cena, seguidos mais ou menos imediatamente pelas criaturas com formas encontradas em Burgess Shale. Um pouco antes das 10 da noite as plantas começariam a aparecer em terra. Logo depois, menos de duas horas antes do dia terminar, apareceriam as primeiras criaturas de terra.
Graças a mais ou menos 10 minutos de temperatura amena, lá pelas 10:24 da noite a Terra estaria coberta por florestas carboníferas imensas, cujos resíduos nos dão o carvão, e os primeiros insetos alados seriam evidentes. Os dinossauros invadiriam a cena um pouquinho antes das 11, e ficariam por ali por volta de ¾ de uma hora. Quando faltassem 21 minutos prá meia-noite eles desapareceriam e a era dos mamíferos começaria. Os humanos apareceriam 1 minuto e 17 segundos antes da meia-noite. A totalidade da nossa história registrada, nessa escala, não duraria mais do que alguns segundos, uma única vida humana mal e mal um instante. Durante esse dia altamente acelerado os continentes deslizariam e se chocariam de uma maneira que parece ser absolutamente descuidada. Montanhas surgeriam e desapareceriam, bacias oceânicas vem e vão, camadas de gêlo avançariam e recuariam. E durante tudo isso, mais ou menos 3 vezes a cada minuto, em algum lugar do planeta haveria um flash de luz marcando o impacto de um meteoro do tamanho do meteoro Manson ou até maior. É espantoso que qualquer coisa possa sobreviver em um ambiente tão agredido e agitado. Na verdade, não são muitas as coisas que sobrevivem por muito tempo.
Talvez uma maneira ainda mais eficaz de entendermos quão recente nós somos como parte dessa história de 4.5 bilhões de anos é estendermos nossos braços e imaginar essa extensão como a história inteira da Terra. Nessa escala, segundo John McPhee em “Basin and Range”, a distância das pontas dos dedos de uma mão até o pulso da outra da outra é a época pré-cambriana. Toda a vida complexa se localiza em uma mão, “e com uma simples passada com uma lixa de unhas média você pode erradicar a história da humanidade”.
(A Short History of Nearly Everything, Bill Bryson)
Friday, September 4, 2009
Thursday, September 3, 2009
Paris
Calú is going to Paris with her friends. I've written a mini guide for her:
Calú vai prá Paris com as amigas. Escrevi um mini guia prá ela:
MUSEUMS/ MUSEUS
Musée D’Orsay
Go to the back, up till the 5th floor, which is the top floor, to see the Impressionists.
Look for the room full of Van Goghs, it’s unforgettable – it’s rare to see so many Van Goghs at the same time.
See also Gauguin, Monet, Toulouse-Lautrec e Degas.
There is a café in the same floor.
And view from the terrace is gorgeous.
Louvre
See the temporary exhibitions.
I believe you have all seen the Mona Lisa…
Musée du Quai Branly
Marvelous, you’re all going to love it.
It’s a museum that shows the world’s different populations and their cultures.
The building and the garden are beautiful.
There’s an average café in the garden.
It’s very close to the Tour Eiffel.
When you come out of the museum walk to the Tour, it’s always magnificent – just to see it, not to go up, the lines are huge.
Beaubourg
See the temporary exhibitions.
Nice restaurant at the top floor.
Wonderful view.
Musée D’Orsay
Ir até o fundo, subir até o 5 andar, que é o último, ver os impressionistas.
Procurar especialmente a sala dos Van Goghs, é imperdível – é muito raro se ver tantos Van Goghs juntos.
Ver também Gauguin, Monet, Toulouse-Lautrec e Degas.
Tem um café no mesmo andar.
E a vista do terraço é linda.
Louvre
Ver as exposições temporárias.
Acredito que todas vocês já viram a Mona Lisa…
Musée du Quai Branly
Maravilhoso, vocês vão adorar.
Museu que mostra as populações do mundo e suas culturas.
E o prédio e o jardim são lindos .
Tem um café razoável no museu.
Fica do lado da Tour Eiffel.
Saindo do museu caminhem até a Tour – só prá ver, não é prá subir, as filas são imensas - que é sempre linda.
Beaubourg
Ver as exposições temporárias.
Restaurante legal no último andar.
Vista maravilhosa.
SHOPPING/COMPRAS
Department stores: I like Primtemps the best; has a excellent floor for children’s clothes.
And one absolutely delicious with creams and shampoos and alike.
Bon Marché in very good, like Bergdorf. And across the street there’s the Grande Epicerie, a not to be missed experience
At the Marais there are cool shops on the Rue des Francs Bourgeois, Rue Vielle du Temple and Rue des Rosiers. On the Rue des Rosiers there’s the As du Falafel, considered the best falafel in the whole wide world! It’s very good, I’ve eaten it. At the end of the street, between the Rue Pavee and the Rue Malher, there’s a super nice café called Le Loir dans la Theiere.
Lojas de departamento: Eu prefiro o Printemps; tem um andar de roupa de criança excelente.
E outro de cremes e shampoos etc que é uma delícia.
O Bon Marché é muito bom, tipo Bergdorf. E do lado tem a Grande Epicerie que é uma experiência imperdível.
No Marais tem lojas legais na Rue des Francs Bourgeois, na Rue Vielle du Temple e na Rue des Rosiers. Na Rue des Rosiers tem o As du Falafel, considerado o melhor falafel do mundo. É muito bom, já comi. No fim da rua, entre a Rue Pavee e a Rue Malher tem um café ultra legal chamado Le Loir dans la Theiere.
NOT TO BE MISSED/NÃO PERDER:
Amorino ice-creams: there’s a store in front of the Beaubourg, another one in the Marais (Rue Vielle du Temple a little bit after Rue des Rosiers) and another one at the Ile Saint Louis – best ice-cream ever!
Pierre Hermé, the Picasso of the patissêurs; 72, Rue Bonaparte. It’s a must try.
If it’s a beautiful day I like to sit at Le Deux Magots, just in front of the Eglise des Saint Germain des Pres, on the Boulevard Saint Germain. The best people watching and the food is nice.
Walk by the river; a nice walk would be from the Marais to Saint Germain des Prés.
Place des Vosges, in the Marais. It's the most beautiful square in Paris.
Sorvetes Amorino: tem uma loja na frente do Beaubourg, outra no Marais (Rue Vielle du Temple um pouco depois da Rue des Rosiers) e outra na Île Saint Louis – o melhor sorvete!!
Andar pela beira do rio, uma boa caminhada é do Marais até Saint Germain des Prés.
Pierre Hermé, o Picasso dos doces: 72, Rue Bonaparte. Não percam.
Se o dia estiver bonito gosto de sentar nos Deux Magots, na frente da Eglise des Saint Germain des Pres, no Boulevard Saint Germain. Bom prá ver gente e a comida é boa.
Place des Vosges, no Marais. É a praça mais bonita de Paris.
Calú vai prá Paris com as amigas. Escrevi um mini guia prá ela:
MUSEUMS/ MUSEUS
Musée D’Orsay
Go to the back, up till the 5th floor, which is the top floor, to see the Impressionists.
Look for the room full of Van Goghs, it’s unforgettable – it’s rare to see so many Van Goghs at the same time.
See also Gauguin, Monet, Toulouse-Lautrec e Degas.
There is a café in the same floor.
And view from the terrace is gorgeous.
Louvre
See the temporary exhibitions.
I believe you have all seen the Mona Lisa…
Musée du Quai Branly
Marvelous, you’re all going to love it.
It’s a museum that shows the world’s different populations and their cultures.
The building and the garden are beautiful.
There’s an average café in the garden.
It’s very close to the Tour Eiffel.
When you come out of the museum walk to the Tour, it’s always magnificent – just to see it, not to go up, the lines are huge.
Beaubourg
See the temporary exhibitions.
Nice restaurant at the top floor.
Wonderful view.
Musée D’Orsay
Ir até o fundo, subir até o 5 andar, que é o último, ver os impressionistas.
Procurar especialmente a sala dos Van Goghs, é imperdível – é muito raro se ver tantos Van Goghs juntos.
Ver também Gauguin, Monet, Toulouse-Lautrec e Degas.
Tem um café no mesmo andar.
E a vista do terraço é linda.
Louvre
Ver as exposições temporárias.
Acredito que todas vocês já viram a Mona Lisa…
Musée du Quai Branly
Maravilhoso, vocês vão adorar.
Museu que mostra as populações do mundo e suas culturas.
E o prédio e o jardim são lindos .
Tem um café razoável no museu.
Fica do lado da Tour Eiffel.
Saindo do museu caminhem até a Tour – só prá ver, não é prá subir, as filas são imensas - que é sempre linda.
Beaubourg
Ver as exposições temporárias.
Restaurante legal no último andar.
Vista maravilhosa.
SHOPPING/COMPRAS
Department stores: I like Primtemps the best; has a excellent floor for children’s clothes.
And one absolutely delicious with creams and shampoos and alike.
Bon Marché in very good, like Bergdorf. And across the street there’s the Grande Epicerie, a not to be missed experience
At the Marais there are cool shops on the Rue des Francs Bourgeois, Rue Vielle du Temple and Rue des Rosiers. On the Rue des Rosiers there’s the As du Falafel, considered the best falafel in the whole wide world! It’s very good, I’ve eaten it. At the end of the street, between the Rue Pavee and the Rue Malher, there’s a super nice café called Le Loir dans la Theiere.
Lojas de departamento: Eu prefiro o Printemps; tem um andar de roupa de criança excelente.
E outro de cremes e shampoos etc que é uma delícia.
O Bon Marché é muito bom, tipo Bergdorf. E do lado tem a Grande Epicerie que é uma experiência imperdível.
No Marais tem lojas legais na Rue des Francs Bourgeois, na Rue Vielle du Temple e na Rue des Rosiers. Na Rue des Rosiers tem o As du Falafel, considerado o melhor falafel do mundo. É muito bom, já comi. No fim da rua, entre a Rue Pavee e a Rue Malher tem um café ultra legal chamado Le Loir dans la Theiere.
NOT TO BE MISSED/NÃO PERDER:
Amorino ice-creams: there’s a store in front of the Beaubourg, another one in the Marais (Rue Vielle du Temple a little bit after Rue des Rosiers) and another one at the Ile Saint Louis – best ice-cream ever!
Pierre Hermé, the Picasso of the patissêurs; 72, Rue Bonaparte. It’s a must try.
If it’s a beautiful day I like to sit at Le Deux Magots, just in front of the Eglise des Saint Germain des Pres, on the Boulevard Saint Germain. The best people watching and the food is nice.
Walk by the river; a nice walk would be from the Marais to Saint Germain des Prés.
Place des Vosges, in the Marais. It's the most beautiful square in Paris.
Sorvetes Amorino: tem uma loja na frente do Beaubourg, outra no Marais (Rue Vielle du Temple um pouco depois da Rue des Rosiers) e outra na Île Saint Louis – o melhor sorvete!!
Andar pela beira do rio, uma boa caminhada é do Marais até Saint Germain des Prés.
Pierre Hermé, o Picasso dos doces: 72, Rue Bonaparte. Não percam.
Se o dia estiver bonito gosto de sentar nos Deux Magots, na frente da Eglise des Saint Germain des Pres, no Boulevard Saint Germain. Bom prá ver gente e a comida é boa.
Place des Vosges, no Marais. É a praça mais bonita de Paris.
Wednesday, September 2, 2009
Julia & Julie

Julia Child wrote this book (I know everybody knows about it...):
Julia Child escreveu esse livro - e o livro, mais um programa de tv, fizeram dela um ícone americano.

Then a young woman called Julie Powell decided to do every recipe - more than 500 - in Julia's book in 365 days.
And to blog about it. The blog turned into this book:
Aí uma moça chamada Julie Powell decidiu fazer todas as receitas - mais de 500 - do livro da Julia Child em 365 dias.
E escrever um blog sobre isso. O blog virou esse livro:

The book now turned into a movie, directed by Nora Ephron. Meryl Streep is Julia and Amy Adams is Julie.
O livro agora virou um filme, dirigido pela Nora Ephron. A Meryl Streep é Julia e a Amy Adams é Julie.


I liked the movie; it's for grown-ups! That's a rare thing in these days. Lots of cooking, and one of the two main characters (Julia) is a very eccentric and quite weird person. I arrived at the conclusion that I'm a serious person. I don't have any inclination to like silly and adolescent subjects. Probably this makes me a very boring person.
Gostei do filme; é prá adultos! Isso é tão raro hoje em dia. Um monte de culinária, e um dos personagens principais (Julia) é muito excêntrica e uma pessoa bem estranha. Cheguei à conclusão que sou uma pessoa séria. Não tenho nenhuma inclinação para assuntos bôbos e adolescentes. Provavelmente isso faz de mim uma pessoa bem chata.
Internet
The Internet is 40 years old. Wow. But not for me; I began "interneting" 14 years ago. And now I'm so dependent on it! I google, and I blog and I read and I travel - Internet 24/7. Wikipedia, Google Maps, paying bills, I really don't think there's a way of surviving without it. Happy birthday, Internet.
A internet faz 40 anos. Uau. Mas não prá mim; comecei a "internetar" a 14 anos. E agora sou tão dependente! Eu google, e eu blogo e leio e viajo - internet 24 horas por dia, 7 dias por semana. Wikipedia, Google Maps, pago contas, eu realmente não acho qua há maneira de sobreviver sem ela. Feliz aniversário, internet.
A internet faz 40 anos. Uau. Mas não prá mim; comecei a "internetar" a 14 anos. E agora sou tão dependente! Eu google, e eu blogo e leio e viajo - internet 24 horas por dia, 7 dias por semana. Wikipedia, Google Maps, pago contas, eu realmente não acho qua há maneira de sobreviver sem ela. Feliz aniversário, internet.
Tuesday, September 1, 2009
Horst Glasker
Monday, August 31, 2009
The Lock / A Fechadura
Some time ago I received a letter from the building management telling me to change my apartment door lock. The locks they had installed years ago in the whole building were high security locks, with chips and batteries. The letter said that this lock was discontinued and maintenance for it was no longer available. So once every 2 or 3 weeks I thought that I had to change the lock. But never did.
So, Saturday night I arrived home and the key didn’t work. I tried again. And again. Nothing. I was glad that my dog Pita was with me, because she would be quite stressed out if she was inside and I outside, trying to get in. I went down to ask the security guard if he had a phone number for a 24 hour locksmith.
The guard said he had a friend who was the best locksmith in town and that he was going to call him. All this in heavy Cuban accent. Very Miami. So he called his friend. After 5 minutes of fast Spanish talking he informed me that his friend could come Sunday at 7 in the morning. I answered that I had to enter the apartment now, not tomorrow morning! But his friend had been drinking and couldn’t drive. And change a lock, I imagine. Ok, next step.
I called Calú (daughter). But she was already almost sleeping when I left her house half an hour before. I called Kim (son in law). Kim said he was coming over with his key. He arrived and his key didn’t work either. We googled (via I-Phone) 24 Hour Locksmith Miami. The second one we called answered and said someone would be in my building in 15 minutes.
The guy arrived and Kim, Pita and myself sat in the corridor watching him work. He went downstairs 3 times to get stuff from his truck. He brought a drill and spent 15 long minutes making the loudest noises possible after midnight in a residential building! But nobody complained. It seems I have very nice or very deaf neighbors.
Everything was ready at one in the morning. I was tired, Kim was almost sleeping and Pita was more confused than normal.
Total price: $183.
Now, my question is why this type of thing doesn’t happen Tuesday at 2 o’clock?
Or Friday at noon?
No, it has to happen at 11 on Saturday night, so I have to pay double.
And that’s the way it is.
Uns meses atrás eu recebi uma carta da administração do prédio me dizendo prá trocar a fechadura do meu apartamento. As fechaduras que foram instaladas faz muitos anos no prédio todo eram fechaduras de alta segurança, com chips e baterias. A carta dizia que essas fechaduras não eram mais fabricadas e que não haveria mais manutenção para elas. Então cada 2 ou 3 semanas eu pensava que tinha que trocar a fechadura. Mas nunca troquei, é claro.
Então cheguei em casa sábado à noite e minha chave não funcionou. Tentei de novo. E de novo. Nada. Pelo menos eu tava feliz que minha cachorra Pita tava comigo, porque ela iria ficar muito estressada se estivesse dentro e eu fora, tentando entrar.
Desci prá perguntar pro segurança se ele tinha o telefone de um chaveiro 24 horas.
Ele disse que tinha um amigo que era o melhor chaveiro da cidade e que ele ia telefonar prá ele. Tudo isso com um inglês com forte sotaque cubano. Muito Miami.
Então ele ligou pro amigo. Depois de 5 minutos de um papo em espanhol bem rápido ele me informou que o amigo só poderia vir domingo às 7 da manhã. Eu respondi que precisava entrar no apartamento agora, não amanhã de manhã. Mas o amigo tava bebendo e não podia dirigir. Nem trocar uma fechadura, eu imagino. Bom, próximo passo.
Liguei prá Calú (filha). Mas ela já tava quase dormindo quando saí da casa dela meia hora atrás. Liguei pro Kim (genro). Ele disse que já tava vindo com a chave dele. Chegou e a chave dele também não funcionou. A gente procurou no Google (pelo I-Phone) um chaveiro 24 horas em Miami. O segundo que a gente ligou atendeu e disse que alguém estaria no meu prédio em 15 minutos.
O cara chegou e Kim, Pita e eu sentamos no corredor assistindo ele trabalhar. Ele desceu 3 vezes prá buscar coisas no carro dele. Ele trouxe uma furadeira e passou 15 longos minutos fazendo o barulho mais alto possível em um prédio residencial depois da meia-noite. Mas ninguém reclamou. Eu tenho os vizinhos mais legais ou os mais surdos.
Tudo ficou pronto à 1 da manhã. Eu tava cansada, o Kim tava quase dormindo e a Pita tava mais confusa do que o normal.
Preço: US$183.
Agora, minha pergunta é: porque esse tipo de coisa não acontece numa terça às 2 da tarde? Ou sexta ao meio-dia?
Não, tem que acontecer às 11 da noite no sábado, prá eu pagar em dobro.
Assim é que são as coisas.
So, Saturday night I arrived home and the key didn’t work. I tried again. And again. Nothing. I was glad that my dog Pita was with me, because she would be quite stressed out if she was inside and I outside, trying to get in. I went down to ask the security guard if he had a phone number for a 24 hour locksmith.
The guard said he had a friend who was the best locksmith in town and that he was going to call him. All this in heavy Cuban accent. Very Miami. So he called his friend. After 5 minutes of fast Spanish talking he informed me that his friend could come Sunday at 7 in the morning. I answered that I had to enter the apartment now, not tomorrow morning! But his friend had been drinking and couldn’t drive. And change a lock, I imagine. Ok, next step.
I called Calú (daughter). But she was already almost sleeping when I left her house half an hour before. I called Kim (son in law). Kim said he was coming over with his key. He arrived and his key didn’t work either. We googled (via I-Phone) 24 Hour Locksmith Miami. The second one we called answered and said someone would be in my building in 15 minutes.
The guy arrived and Kim, Pita and myself sat in the corridor watching him work. He went downstairs 3 times to get stuff from his truck. He brought a drill and spent 15 long minutes making the loudest noises possible after midnight in a residential building! But nobody complained. It seems I have very nice or very deaf neighbors.
Everything was ready at one in the morning. I was tired, Kim was almost sleeping and Pita was more confused than normal.
Total price: $183.
Now, my question is why this type of thing doesn’t happen Tuesday at 2 o’clock?
Or Friday at noon?
No, it has to happen at 11 on Saturday night, so I have to pay double.
And that’s the way it is.
Uns meses atrás eu recebi uma carta da administração do prédio me dizendo prá trocar a fechadura do meu apartamento. As fechaduras que foram instaladas faz muitos anos no prédio todo eram fechaduras de alta segurança, com chips e baterias. A carta dizia que essas fechaduras não eram mais fabricadas e que não haveria mais manutenção para elas. Então cada 2 ou 3 semanas eu pensava que tinha que trocar a fechadura. Mas nunca troquei, é claro.
Então cheguei em casa sábado à noite e minha chave não funcionou. Tentei de novo. E de novo. Nada. Pelo menos eu tava feliz que minha cachorra Pita tava comigo, porque ela iria ficar muito estressada se estivesse dentro e eu fora, tentando entrar.
Desci prá perguntar pro segurança se ele tinha o telefone de um chaveiro 24 horas.
Ele disse que tinha um amigo que era o melhor chaveiro da cidade e que ele ia telefonar prá ele. Tudo isso com um inglês com forte sotaque cubano. Muito Miami.
Então ele ligou pro amigo. Depois de 5 minutos de um papo em espanhol bem rápido ele me informou que o amigo só poderia vir domingo às 7 da manhã. Eu respondi que precisava entrar no apartamento agora, não amanhã de manhã. Mas o amigo tava bebendo e não podia dirigir. Nem trocar uma fechadura, eu imagino. Bom, próximo passo.
Liguei prá Calú (filha). Mas ela já tava quase dormindo quando saí da casa dela meia hora atrás. Liguei pro Kim (genro). Ele disse que já tava vindo com a chave dele. Chegou e a chave dele também não funcionou. A gente procurou no Google (pelo I-Phone) um chaveiro 24 horas em Miami. O segundo que a gente ligou atendeu e disse que alguém estaria no meu prédio em 15 minutos.
O cara chegou e Kim, Pita e eu sentamos no corredor assistindo ele trabalhar. Ele desceu 3 vezes prá buscar coisas no carro dele. Ele trouxe uma furadeira e passou 15 longos minutos fazendo o barulho mais alto possível em um prédio residencial depois da meia-noite. Mas ninguém reclamou. Eu tenho os vizinhos mais legais ou os mais surdos.
Tudo ficou pronto à 1 da manhã. Eu tava cansada, o Kim tava quase dormindo e a Pita tava mais confusa do que o normal.
Preço: US$183.
Agora, minha pergunta é: porque esse tipo de coisa não acontece numa terça às 2 da tarde? Ou sexta ao meio-dia?
Não, tem que acontecer às 11 da noite no sábado, prá eu pagar em dobro.
Assim é que são as coisas.
Sunday, August 30, 2009
The Sartorialist

I've just bought The Sartorialist's book. The Sartorialist is Scott Schuman, a photographer of street fashion. The book is great, lots of cool looks.
Acabei de comprar o livro do The Sartorialist. O Sartorialist é Scott Schuman, um fotógrafo de moda de rua, o que significa que ele fotografa as pessoas reais na rua e seus estilos. O livro é ótimo, cheio de looks super legais.
True Blood

Sookie Sackehouse and her vampire boyfriend Bill
Sookie Stackhouse e o namorado vampiro Bill


Eric, Bill's enemy, Sam the shapeshifter and Tara, Sookie's best friend.
Eric, o inimigo de Bill, Sam que muda de forma, e Tara, a melhor amiga de Sookie
I'm not a big fan of vampire stories. Or werewolves, ghosts, zombies, etc. I've read the Lestat books (by Anne Rice) many years ago and enjoyed them a lot. I read one after another in a summer vacation; I remember lying in a sofa and devouring the books. I was a grown up, a mother, a over 30 woman at that time! But these books took me back to my childhood behavior...But that is the extent of my knowledge. Now I've been watching the HBO series True Blood and it's very good. Completely different from the Lestat stories but addictive as well.
Eu não sou muito fã de estórias de vampiros. Ou lobisomens, fantasmas, zumbis, etc. Li os livros do Lestat (da Anne Rice) muitos anos atrás e gostei muito. Li um depois do outro numas férias de verão; me lembro de estar deitada em um sofá e devorar os livros. Eu era adulta, uma mãe, uma mulher de mais de 30 anos na época! Mas esses livros me levaram de volta a um comportamento da minha infância...Mas essa era a extensão do meu conhecimento sobre o assunto. Agora estou assistindo a série da HBO, True Blood, e ela é ótima. Totalmente diferente das estórias do Lestat mas tão viciante quanto.
Felice Varini
Friday, August 28, 2009
Inglourious Basterds / Bastardos Inglórios


I watched the latest Quentin Tarantino movie yesterday. I didn't like; too long, boring, shallow. It's amazing that someone can make a shallow Holocaust/Nazi movie, but it seems that Tarantino can.
Like a critic said (I think the Guardian's), it's "morally empty". And "it sees the Holocaust as just another spaghetti Western, and one where the suggested solution is more torture, coming from the victims this time." I agree 100%. It reminded me of the play on the play in "The Producers", the one called "Spring for Hitler".
Eu vi o último filme do Quentin Tarantino ontem. Não gostei; muito comprido, chato e superficial. É incrível que alguém consiga fazer um filme superficial sobre o Holocausto/Nazistas, mas parece que o Tarantino consegue. Como disse um crítico (acho que do Guardian) o filme é "vazio moralmente". E "vê o Holocausto como mais um spaghetti western, e um onde a solução sugerida é mais tortura, desta vez vinda das vítimas". Eu concordo 100%. Me lembrei da peça dentro da peça em "Os Produtores", chamada "Primavera para Hitler".
Thursday, August 27, 2009
Tuesday, August 25, 2009
Leite Derramado, Chico Buarque

Novel written by Chico Buarque, a very famous and exceptionally talented songwriter and singer from Brazil. I've been his fan since I was 7 years old. My whole lifetime! And now he writes novels and they are excellent. It's a pity it probably won't be translated to English. This one was very good.
Livro do Chico, de quem sou fã de carterinha desde os 7 anos. A vida toda. E agora o safado escreve e escreve bem demais. Esse livro é ótimo.
Silent in the Sanctuary, by Deanna Raybourn

Here I am, sitting at my chair in Miami, instead of sitting on my sofa in São Paulo...
I have a new computer and faster internet. It took 40 hours - FORTY HOURS!!!! - to transfer the data from the old computer to the new one. Lots of photos, I guess. It was done through the wireless network and maybe if I used a cable it would have been faster. I don't know and now it's done.
Aqui estou, sentada na minha poltrona em Miami, ao invés do meu sofá em São Paulo...
Tenho um computador novo e a internet é mais rápida. Levou 40 horas - QUARENTA HORAS!!!! - para transferir os dados do meu velho computador pro novo. Muitas fotos, acho. Fiz a transferência através da rede sem fio e talvez fosse mais rápido se tivesse sido feito com um cabo. Não sei e agora já tá feito.
Saturday, August 22, 2009
Wednesday, August 19, 2009
Problems / Problemas
Computer full, Internet super slow, driving me completely crazy. New posts only next week.
Computador cheio, internet super lenta, me deixando maluca. Posts novos só semana que vem.
Computador cheio, internet super lenta, me deixando maluca. Posts novos só semana que vem.
Monday, August 17, 2009
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